Um pai ou mãe pode ter muitos bons motivos para não gostar da ideia: não quer receber o rótulo de pessoa solitária, prefere pessoas, preocupa-se com a privacidade ou simplesmente não quer isso.
Escute primeiro. Explique a ideia e suas limitações com honestidade, ofereça informação em vez de pressão e deixe a decisão — inclusive a de dizer não — com a própria pessoa.
Pergunte o que parece errado
Uma recusa traz informação; não é um obstáculo a ser vencido. Pergunte se a questão é privacidade, preço, tecnologia, IA ou outra coisa.
- Não chame a pessoa de solitária
- Não comece pela dificuldade da família
- Escute a preocupação concreta
Seja direto sobre as limitações
Não apresente uma ferramenta de conversa como monitoramento, ajuda de emergência, aconselhamento humano ou cuidado profissional.
- Não é ajuda de emergência
- Não é uma relação humana
- Não é orientação profissional
Faça o consentimento ser real
Dê tempo para pensar e torne fácil dizer não. Se a pessoa se interessar mais tarde, ela também deve poder parar.
- Dê uma explicação simples
- Mantenha a escolha em aberto
- Respeite um não